Uma jovem de 21 anos, registrou boletim de ocorrência neste sábado na Delegacia Especializada de Atendimento à Mulher (Deam), denunciando um familiar por estupro. Segundo ela, o crime ocorreu há 11 anos, na Vila do Carapijó, em Cametá, nordeste paraense.

Na sexta, 8, Raize Portilho, detalhou nas redes sociais como ocorriam os abusos. À época, a jovem tinha 8 anos de idade e morava na casa da avó, onde também residia o primo de sua mãe, Natanael Portilho Lacerda.

Em trechos do relato, Raize conta que o homem cometia os abusos na frente da filha e narrava a situação, “olha filha, ela deixa”, “ela gosta”, “os seios dela estão crescendo”, detalha a postagem, que teve mais de 4,1 mil reações.

Segundo a jovem, os abusos ocorreram diversas vezes ao longo de dois anos. Em uma das ocasiões ela foi estuprada. Por conta dos abusos, a vítima faz tratamento para depressão e ansiedade.

No último domingo, houve uma manifestação na Vila de Carapajó. A “Caminhada por Raize Portilho”, pressionou as autoridades para que investiguem o caso e punam o homem acusado de praticar o crime.

O crime de estupro de vulnerável teve o prazo de prescrição estendido em 2012, passando a contar a partir da data em que a vítima completa 18 anos, caso a denúncia não tenha ocorrido na época do crime.  

Roma News

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