Familiares do rabino Eli Schlanger, morto no massacre em Bondi, ao redor de seu caixão durante o funeral na sinagoga de Bondi, Sydney, na quarta-feira, 17 de dezembro de 2025. Foto: Kate Geraghty/Pool via AP

Naveed Akram, um dos responsáveis pelo massacre na praia de Bondi, em Sydney, foi indiciado por 59 crimes nesta quarta-feira, 17. Entre as acusações estão 15 homicídios.

O suspeito de 24 anos recebeu as acusações após acordar de um coma. Ele estava internado desde o último domingo, 14, quando foi baleado pela polícia junto com seu pai.

O pai de Akram, Sajid Akram, de 50 anos, morreu no local do crime. A polícia informou que Naveed Akram é indiciado por um homicídio para cada vítima fatal.

Detalhes das Acusações

Além dos homicídiosAkram também foi indiciado por um ato terrorista. Ele enfrenta 40 acusações de lesão corporal dolosa e por colocar um artefato explosivo próximo a um prédio.

Além dos homicídios, Akram também foi indiciado por um ato terrorista. Ele enfrenta 40 acusações de lesão corporal dolosa e por colocar um artefato explosivo próximo a um prédio.

A intenção era causar danos. A formalização das acusações ocorre no dia em que centenas de pessoas se reúnem para o início dos funerais das vítimas do massacre em Bondi.

Os dois atiradores mataram 15 pessoas no domingo. O ataque antissemita foi direcionado a judeus que celebravam o Hanukkah na praia de Bondi. Mais de 20 pessoas permanecem hospitalizadas.

Todas as vítimas identificadas até o momento eram judias. A polícia afirmou que o carro da família, encontrado próximo à cena do crime, continha bombas e bandeiras caseiras do grupo terrorista Estado Islâmico.

Situação Legal e Investigações

O advogado de Naveed Akram informou que o jovem não se declarou culpado. Ele também não solicitou fiança para seu cliente, que foi representado pela Assistência Jurídica de Nova Gales do Sul (Legal Aid NSW).

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Akram deverá permanecer sob custódia policial no hospital. Ele será transferido para a prisão assim que suas condições de saúde permitirem.

À medida que as investigações prosseguem, a Austrália revisa a legislação sobre porte de armas. O país também avalia se a proteção policial aos judeus em eventos como o de domingo foi suficiente contra as ameaças que enfrentaram.

Por: O Liberal

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