Os sintomas incluem febre, dores de cabeça e erupções cutâneas que começam no rosto e se espalham para o resto do corpo. (Foto: Divulgação/OMS/Centro De Controle de Doenças da Nigéria/ND / Via ndmais.com.br)

Desde o dia 7 de maio, quando o Reino Unido relatou o seu primeiro caso de varíola dos macacos, autoridades de saúde europeias monitoram qualquer surto da doença. Em Portugal, autoridades confirmaram que o país já soma 14 casos da rara infecção e outros dois estão sendo investigados, de acordo com a Direção-Geral da Saúde (DGS). As informações são da Agência Brasil e do portal Sic Notícias.

Em um comunicado, a DGS informou que, neste momento, “decorrem ainda os inquéritos epidemiológicos, com o objetivo de identificar cadeias de transmissão e potenciais novos casos e respetivos contatos”.

O vírus da varíola dos macacos é semelhante ao da varíola, que havia sido erradicada em 1980. Os casos reportados até agora em Portugal são da região de Lisboa e Vale do Tejo e os suspeitos concentram-se na mesma zona.

No início da manhã de quarta-feira (18), a Espanha emitiu um alerta informando que tinha oito casos suspeitos em teste, mas o número subiu para 23 casos no final da tarde, segundo comunicado das autoridades de saúde da região de Madri. Nenhum caso havia sido confirmado ainda.

Já o Reino Unido reportou mais seis casos desde o dia 7 de maio. 

A doença

Semelhante à varíola humana, a varíola dos macacos é uma infecção viral, porém mais leve, e foi registrada pela primeira vez na República Democrática do Congo na década de 1970. Na última década, o número de casos na África Ocidental aumentou.

De acordo com as autoridades de saúde espanhola, ela não é particularmente infecciosa entre as pessoas e a maioria dos pacientes infectados se recupera em algumas semanas, embora casos graves tenham sido relatados.

Os sintomas incluem febre, dores de cabeça e erupções cutâneas que começam no rosto e se espalham para o resto do corpo.

Por: O Liberal

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