O delegado da Polícia Civil de Tailândia, nordeste do Pará, Marcio Nogueira, deu entrevista a imprensa local, onde disse que tomará todas as providências após sofrer falsas acusações de recebimento de suborno.
Assista o que disse o delegado:
As acusações foram feitas por homem conhecido pelo pseudônimo de Paulo Quilombola, que intitula-se presidente da FENAIQ-BRASIL, uma Federação de Quilombolas e População Tradicional do Brasil. Além do delegado, o homem acusa a vereadora Jakeline Neto (PRP) de subornar o delegado e tentar atrapalhar o projeto em Tailândia.
O presidente do Sindicato dos Delegados de Polícia Civil do Pará (Assindelp), delegado João Moraes, divulgou um vídeo em apoio ao delegado Marcio Nogueira. A entidade também deve emitir uma nota de repúdio contra as declarações de Paulo Quilombola.
O vídeo com as acusações foi gravado no domingo (03) após a polícia apreender documentos e dinheiro (R$ 3.067,00) da FENAIQ, depois de moradores denunciaram um possível crime de estelionato no Jardim Liberdade.
Veja as acusações:
Essa não seria a primeira vez que Paulo Quilombola usa gravações para fazer acusações sem provas. Em junho de 2018, a Coordenação Nacional de Articulação das Comunidades Negras Rurais Quilombolas – CONAQ, soltou uma nota de repúdio contra as atitudes dele. Segundo a nota, ele teria feito difamações, calunias e acusações sem as devidas comprovações contra nossas verdadeiras lideranças quilombolas.
Além de responder por calúnia, ele poderá responder por estelionato e falsidade ideológica. A polícia já apurou que o CPNJ da FENAIQ-BRASIL está inativo perante a Receita Federal.
Outro Lado
O Portal Tailândia entrou em contato com Paulo Quilombola, através do WhatsApp e Perfil do Facebook, mas até esta publicação não tinha recebido retorno.
