Os desafios da saúde em Tailândia

FOTO: CRISTINO MARTINS/ARQUIVO AG. PARÁ

Em meio as polêmicas e discussões em torno do aeromédico, se volta ou não volta, outra necessidade na Saúde municipal espera ser, ao menos, concluída.

Esquecida, abandonada e lembrada apenas pelo tempo, a UPA (Unidade de Pronto Atendimento) poderia salvar milhares de vidas por ano.

A obra, que atenderia centenas de pessoas diariamente e funcionaria 24 horas por dia, quando pronta, teve a verba desviada e há 7 anos aguarda para ser concluída, agora só com recursos próprios do município.

Por enquanto, e graças a Deus por isso, a única urgência e emergência da cidade, funciona no Hospital Geral de Tailândia. Aliás, o único hospital do município. Não por acaso, o fluxo intenso de pacientes começa nas primeiras horas do dia e só termina na madrugada, quando termina.

Desafogar o HGT com outra unidade médica será uma vitória. A comemoração dos pacientes será completa se simples consultas com médicos especializados e exames não se perderem no calendário.

Com mais de 100 mil habitantes Tailândia não possui tomógrafo. Existem dificuldades para fazer uma endoscopia com biópsia.

Angústias dessa natureza é vivida por quem enfrenta fila por uma consulta, ou, aguarda na recepção de urgência e emergência para ser atendido enquanto o tempo passa.

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