O risco de morte era real, segundo avaliação médica em Belém, caso a paciente Antônia Márcia, de 26 anos, permanecesse internada em Tailândia, nordeste do Pará.
Após 5 horas de cirurgia, a paciente teve a retirada de parte do intestino. Segundo os médicos que realizaram o procedimento, Márcia chegou com muita inflamação no intestino.
Depois da cirurgia ela seguiu para UTI, onde deverá permanecer pelos próximos três dias.
A jovem foi transferida, via aeromédico, na última quinta-feira (24) para um hospital particular na capital. Todos os custos serão pagos pelo município.
De acordo com a família da jovem, o sofrimento já vinha se arrastando desde o dia 1º de junho, quando ela fez uma cesariana para retirada do primeiro filho.
Após 24 dias internada e três cirurgias no Hospital Geral Tailândia (HGT) a jovem não apresentava melhora. Foi quando a família decidiu solicitar a transferência a uma unidade de saúde, mas a família da jovem foi informada que não havia necessidade.
Com a resposta negativa por parte da equipe medica, a família resolveu dar um segundo passo. Eles procuraram o Ministério Público e exigiram a transferência da jovem para um hospital especializado.
Depois da batalha da família, agora, após ser internada em uma unidade particular e ter feito a cirurgia, Marcia permanecerá internada e sob avaliação médica.
Para uma mãe de primeira viagem, ainda nem deu tempo para desfrutar como ela imaginava da presença do filho que carregou por 9 meses no ventre.
