A morte de Iris Mara França Aguiar, 41 anos, vítima de feminicídio nesta terça-feira (16), pelo ex-companheiro que não acetou o fim do relacionamento, repercutiu fortemente no meio político de Tailândia, nordeste do Pará.
O caso, que gerou comoção na cidade, mobilizou manifestações públicas de pesar e repúdio à violência contra a mulher nas redes sociais.
A Prefeitura de Tailândia, em nota oficial, lamentou profundamente a perda, e o prefeito Lauro Hoffman se solidarizou com familiares e amigos e colocou todo apoio necessário através da Secretaria de Assistência Social. Ele reforça a união da sociedade no enfrentamento à violência doméstica.

O presidente da Câmara Municipal, vereador Enfermeiro Pedro, repudiou também com veemência o crime, destacando que o feminicídio é uma chaga social que precisa ser combatida. Ele reafirmou seu compromisso com a defesa da vida, do respeito e da dignidade das mulheres.
Outro vereador que lamentou o caso, o vereador Lulinha, lembrou que “a mulher nasceu para ser amada e respeitada” e ressaltou que, quando o amor chega ao fim, é preciso ter coragem para seguir em frente sem violência.
Paulo Liberte Jasper, o Macarrão, também lamentou profundamente o caso em seu perfil em rede social. Ele lembrou a grande amizade e o carinho que mantinha com Mara França. E se solidarizou com familiares e amigos.
Mara esteve envolvida em ações sociais e esportivas, como o projeto Maca na Comunidade, que levou atividades ao interior do município.
Ativa politicamente, Mara concorreu por duas vezes a uma vaga na Câmara Municipal de Tailândia. Na última eleição pelo PV, sigla que era vice-presidente municipal. O partido também lamentou a perda.

O corpo é velado na Câmara Municipal, enquanto é aguardado a chegada da mãe que mora fora do País. O sepultamento deve ocorrer na quinta-feira (18/09).
O caso também ganhou repercussão em portais de notícias do Estado, que destacaram o crime.
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