Em um cenário global cada vez mais orientado pela sustentabilidade, o agronegócio passa por uma transformação impulsionada por novas exigências regulatórias e pela necessidade de transparência das cadeias produtivas. Nesse contexto, no Dia do Agronegócio, a Agropalma, empresa brasileira reconhecida mundialmente como referência na produção sustentável de soluções com óleo de palma, destaca suas iniciativas de rastreabilidade e controle da cadeia produtiva do óleo de palma, que reforçam a segurança, conformidade e credibilidade de suas operações.
Desde a sua fundação, a companhia mantém um sistema estruturado de monitoramento que permite rastrear o óleo de palma até as áreas específicas de cultivo. Cada carga de cacho de fruto fresco (CFF), matéria-prima do óleo, é proveniente de uma parcela agrícola específica (talhão) e são registradas informações relevantes como a procedência, data da colheita, a pessoa responsável pela produção e a regularidade das áreas de cultivo. Esse controle acompanha o produto ao longo de toda a cadeia – da plantação até o envase.
“A rastreabilidade faz parte da essência da nossa operação desde o início. Hoje, conseguimos identificar com precisão quais parcelas forneceram os frutos que originaram determinado lote de óleo, o que garante um elevado nível de controle”, afirma Túlio Dias Brito, diretor de Sustentabilidade da Agropalma.
Diferencial competitivo
Esse modelo de monitoramento posiciona a Agropalma na vanguarda das exigências internacionais. Ao olhar, por exemplo, para os requisitos de rastreabilidade que buscam assegurar que produtos destinados à exportação não sejam provenientes de áreas de desmate recente, a companhia demonstra uma trajetória consistente.
Enquanto marcos regulatórios globais, como Regulamento Europeu para Produtos Livres de Desmatamento (EUDR), definem critérios anti-desmatamento com base em datas de corte mais recentes, a empresa já opera há anos sob parâmetros alinhados à legislação brasileira, cujo marco é 2008.
“Quando analisamos os critérios vigentes internacionalmente, estamos falando de exigências que, na prática, a Agropalma já atende há muitos anos. Isso representa uma antecedência de 12 anos em relação às referências praticadas pela União Europeia”, acrescenta Brito.
Mesmo em relação às leis brasileiras, a companhia já adotava uma postura antecipada com uma política de não desmatamento em vigor desde 2002. Esse histórico contribui diretamente para chancelar a confiança do mercado e a reputação do óleo de palma brasileiro. “Ter uma cadeia estruturada com contratos e registros consistentes confere maior segurança para nossos clientes e enaltece a credibilidade da companhia. Trata-se de um diferencial e uma vantagem competitiva importante”, diz Brito.
Tecnologia e monitoramento
Além das áreas próprias, a companhia estabelece contratos formais com produtores parceiros, que passam por um rigoroso processo de verificação antes de serem integrados à cadeia de fornecimento. Esse processo inclui o georreferenciamento das propriedades, visitas técnicas e análises, além da verificação da conformidade com critérios de desmatamento e uso do solo.
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Uma das ferramentas utilizadas é a análise de imagens de satélite, que avalia o histórico da área produtiva ao longo do tempo. “Essas imagens nos ajudam a identificar mudanças na cobertura vegetal, propiciando que os produtores parceiros e os cultivos estejam em conformidade com os critérios ambientais. Essa é também uma forma de gerar evidências sobre a origem da produção”, explica Brito.
Outro aspecto central do modelo instituído pela empresa é o controle rigoroso da cadeia de fornecimento. A companhia não realiza compras no mercado spot e trabalha exclusivamente com produtores cadastrados e previamente avaliados e contratados formalmente. Esse formato visa proporcionar previsibilidade, transparência e integridade ao longo de toda a cadeia.
Com essas iniciativas, a Agropalma reforça seu compromisso com a produção responsável e o fortalecimento de um agronegócio cada vez mais alinhado às melhores práticas globais, segundo as quais a sustentabilidade e a rastreabilidade se consolidam como pilares fundamentais do setor.
