Foto: divulgação

Uma ação conjunta de policiais do Pará e do Rio de Janeiro levou à prisão de Thiago Cardoso Martins, na noite da última terça-feira (11), um dos criminosos mais procurados no Estado.

Ele é acusado de envolvimento na morte do policial militar Olênio Pinto Prado, 51 anos, em julho de 2016, no bairro do Jurunas, em Belém, e responde, ainda, por participação em organização criminosa, roubo qualificado e outros homicídios.

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A prisão foi realizada pela 22ª Delegacia de Polícia Civil da Penha e 16º Batalhão de Policiamento Militar do RJ, que trocaram informações com a Polícia Civil do Pará e Secretaria de Inteligência e Análise Criminal (Siac), vinculada à Secretaria de Segurança Pública e Defesa Social do Pará (Segup), que confirmou a identidade de Thiago Cardoso.

Ele utilizava uma carteira nacional de habilitação com o nome falso de Alex de Nazaré Martins. Os dados enviados pelas autoridades paraenses permitiram a prisão em flagrante do criminoso, por uso de documento falso, associação criminosa ao tráfico e corrupção ativa, por ter oferecido R$ 50 mil para não ser preso.

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“A polícia do Rio suspeitou do deslocamento desse grupo em um carro de placa do Pará, entre as favelas da Rochinha e do Cruzeiro. Foi então que ocorreu a abordagem e eles foram conduzidos para a delegacia, mas por terem apresentado documentos falsos, inicialmente não havia nada contra eles. Nesse momento, a Polícia Civil do Pará fez o levantamento das informações e identificou quem eram e que os documentos eram falsos. Esses criminosos já haviam sido investigados por nós, por envolvimento com outros bandidos e crimes, o que facilitou a identificação”, explicou o delegadotitular do Grupamento Fluvial, Arthur Braga.

Thiaguinho, como era conhecido, estava foragido desde o dia 11 de junho de 2017 do Centro de Recuperação Penitenciário do Pará I (CRPPI), localizado no Complexo Penitenciário de Santa Isabel. No Rio, o criminoso estava morando na Vila Cruzeiro.

A Polícia Civil do Rio teve acesso a fotografias dos criminosos ostentando armas de guerra, fuzis e pistolas, e há informações que demonstram que o bando também estava atuando de maneira criminosa na cidade carioca. Há suspeitas de que planejavam um roubo a uma agência bancária.

Com informações da Agência Pará.

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