Morre Patrick Stewart, eterno Professor Xavier de “X-Men”, aos 86 anos

Patrick Stewart chega ao Emmy 2021 — Foto: Rich Fury/Getty Images North America/Getty Images via AFP

O ator britânico Patrick Stewart, conhecido mundialmente por seus papéis nas franquias “Star Trek” e “X-Men”, morreu na quarta-feira (28), aos 86 anos, em sua residência, em Los Angeles, nos Estados Unidos. A morte foi anunciada nesta quinta-feira (29), por meio de um comunicado publicado nas redes sociais do artista.

Segundo a nota, Stewart enfrentava uma breve jornada contra a doença de Alzheimer e a demência com corpos de Lewy. O ator estava acompanhado da esposa, Sunny Ozell, além de familiares e amigos, durante seus últimos momentos.

“Anunciamos com grande tristeza o falecimento de Sir Patrick Stewart, ontem, na sua casa em Los Angeles, sob os cuidados carinhosos da sua amada esposa Sunny, após uma breve e comovente jornada com a doença de Alzheimer e demência de Corpos de Lewy”, diz o início do comunicado.

A mensagem também destacou o carinho recebido pelo artista e a presença de pessoas próximas durante a despedida. De acordo com a publicação, Stewart esteve cercado por música ao vivo, orações, lágrimas e risos.

“Guardaremos para sempre a serenidade e reflexão no seu rosto, uma recordação duradoura da sua graça invencível”, diz outro trecho da homenagem.

Carreira marcada por grandes personagens

Patrick Stewart construiu uma carreira de mais de seis décadas no teatro, na televisão e no cinema. Ele ganhou reconhecimento internacional ao interpretar o capitão Jean-Luc Picard na série “Star Trek: A Nova Geração”, papel que marcou a história da ficção científica e que voltou a interpretar em produções posteriores da franquia.

O ator também ficou conhecido por dar vida ao Professor Charles Xavier, o Professor X, nos filmes da franquia “X-Men”, da Marvel. Sua atuação como o líder dos mutantes conquistou diferentes gerações de fãs.

Além dos trabalhos no cinema e na televisão, Stewart teve uma trajetória expressiva nos palcos, com destaque para produções de Shakespeare. Em 2010, foi condecorado cavaleiro pela então rainha Elizabeth II, do Reino Unido, em reconhecimento aos serviços prestados às artes dramáticas.

A morte do ator representa a despedida de um dos nomes marcantes da dramaturgia britânica, cuja trajetória alcançou públicos de diferentes gerações por meio de personagens que se tornaram referências na cultura popular.

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